Grécia: Páginas Amarelas

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Abaixo estão compiladas as informações práticas sobre os destinos gregos visitados por este blog. Esta é uma lista dos serviços que foram testados e aprovados, inclusive indicações de blogs com material sobre a Grécia que valem o clique.

Época – A segunda semana de setembro foi uma boa escolha, especialmente pelo tempo quente, mas sem exageros: biquíni de dia, uma blusinha leve à noite.  A quantidade de visitantes diminui drasticamente com o final do mês de agosto e as ilhas estão menos abarrotadas. Mas isso também traz um ponto negativo, que é a diminuição da freqüência dos ferries entre as ilhas.

Transporte – O transporte mais comum para deslocamento entre as ilhas é o marítimo, mas por motivos de planejamento (e falta de informações confiáveis sobre os ferries e catamarãs), o avião foi o meio escolhido, apesar da necessidade de sempre se voltar a Atenas. As companhias utilizadas foram a Aegean e a Olympic (esta última está sob situação instável há algum tempo, para informações mais atualizadas consultar o Aquela Passagem.)

Para o pequeno trecho na Grécia continental, foi alugado um carro com a Safeway. As auto-estradas são boas e bem sinalizadas, enquanto as estradinhas regionais têm poucas pistas, muitas curvas e caminhões (mas, como é de praxe, passam pelas paisagens mais bonitas). As placas estão nos dois alfabetos (às vezes a placa no alfabeto latino vem depois da placa em grego), mas o aluguel do GPS é recomendado.

Em Atenas, os melhores meios de transporte são as próprias pernas e o metrô. As distâncias entre os principais pontos turísticos são pequenas. Para aqueles fora do circuito Monastiraki-Syntagma-Acropolis (como o Museu Arqueológico, por exemplo) ou para turistas cansados de bater perna, o metrô cobre bem. Recomendo também para ir ou voltar do aeroporto, caso o seu hotel esteja perto de alguma estação. Táxis somente se tiver alguma tendência masoquista :roll: (ou paciência para tentar achar um taxista bacana entre dezenas de outros mal-educados).

Nas ilhas o meio de transporte mais utilizado foi o carro e existem várias locadoras pequenas com preços bem camaradas. Motos também são uma opção para quem tem prática. Não testei transporte público nas ilhas, por ter lido em vários lugares sobre a inconstância dos mesmos.

Hotéis – Os hotéis escolhidos têm estilos, nível de conforto e preço bem variáveis, mas todos são bem recomendados por este blog, tendo boas críticas e ótimas posições no ranking do Trip Advisor.

- Atenas: Athens Gate - Hotel renovado, confortável, bem-localizado (nos limites de Pláka), grandes vistas.

- Delfos: Varonos - Um dos hotéis de gosto mais duvidoso onde já me hospedei, mas com atendimento extremamente gentil. Internet grátis, linda vista.

- Meteora: Archontiko Mesohori - Uma casa antiga de pedra toda renovada, confortável, mas com o mesmo senso de decoração do Varonos. Da varanda se vê as famosas rochas de Meteora.

- Milos: Villa Notos - Típica construção cicládica, quartos novíssimos e decorados discretamente, donos muito simpáticos. Em Adamas, no porto, mas num canto sossegado.

- Santorini: Atrina - ‘Hotel-caverna’ em Oia, muito bem decorado e mantido, com vista para a caldeira, piscina gostosa. Bem-localizado, próximo à entrada da vila e ao acesso de veículos.

- Mykonos: Vencia - Vista maravilhosa da cidade de Mykonos, logo abaixo. Renovado recentemente, decoração discreta, ótimo atendimento, piscina deliciosa e fotogênica.

- Rodes: Andreas – Hotel simples, mas com vários pontos positivos: atendimento gentilíssimo, localizado dentro da cidade antiga, em uma área tranqüila, sem turistas. Linda vista, especialmente do quarto mais alto, o meu escolhido.

Comer – Na Grécia, os restaurantes podem ter muitos nomes de acordo com a especialidade: taverna, psarotaverna, mezedopoleio, kafeneio…Mas o que realmente se percebe, é que a comida tem um certo padrão - as mesmas receitas em quase todos os restaurantes -, além de seguir uma linha mais substanciosa, rústica, sem grandes sofisticações.

Algumas presenças comuns nos cardápios: moussaka (torta de berinjela com carne moída e batata), souvlaki (espetinhos, em especial de carne de porco), salada grega (tomate, pepino, queijo feta, azeitonas, azeite e orégano), gyros (fatias de carne de porco no pão com iogurte e batatas fritas), cozidos de porco, cordeiro ou coelho, e mezés (entradas) – como saganaki (queijo frito), tzatziki (iogurte com pepino) ou skordalia (purê de batatas com alho, frio). Peixes e frutos do mar são a melhor escolha nas ilhas e é comum ir até a cozinha para escolher o seu exemplar e pesá-lo. É interessante também experimentar as especialidades de cada ilha…e não se cansar de tomar muito iogurte com mel, uma grande maravilha grega  :-D

Alguns restaurantes:

- Atenas: Palia Taverna tou Psara, Diogenes, restaurantes da área de Psiri.

- Delfos: To Patriko Mas

- Milos: Flisbos, Ta Glaronisia

- Santorini: 1800, Sphinx, Pelekanos, tavernas de Ammoudi

- Mykonos: La Maison de Catherine

- Rodes: Nireas e Marco Polo

Compras – Uma vez na Grécia, difícil escapar das lojinhas básicas de suvenires: cópias de vasos gregos antigos, miniaturas de monumentos, camisetas…tudo o que se pode imaginar e mais um pouco. O bairro de Pláka, em Atenas, é o paraíso dos que se divertem com compras. A 25 de março ateniense está em Monastiraki, no mercado de pulgas. Marcas internacionais são encontradas facilmente no centro da capital, em Santorini e em Mykonos.

O famoso olho grego pode ser encontrado em qualquer canto do país.  Jóias estão sempre presentes em Atenas e em Santorini. Grande variedade de lindos (e pesados) livros sobre a Grécia na Eleftheroudakis, em Atenas. Mais leves e tão lindos quanto são os postais com fotos do Georges Meis. Acabei pegando a mania de procurar por modelos diferentes onde quer que eu fosse.

Guias – Com medo de faltar, levei dois: o Lonely Planet e o Guia Visual da Folha. (Mas o LP é sempre o meu querido, não tem jeito.)

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Outras viagens – Vários blogueiros estiveram na Grécia também e podem complementar com mais informações e outros destinos dentro da Grécia.

- Fatos & Fotos: Santorini

- Turomaquia: Atenas, Meteora, Delfos, Santorini, Creta e mais a telenovela Kalon :mrgreen:

- Arquivo de Viagens: Samos, Patmos, Santorini, Peloponeso

- À Francesa: Santorini, Naxos, Koufounissi

- Wazari: Atenas, Mykonos, Santorini

- Inquietos: Santorini

- Para viageiros:  Atenas, Santorini, Zakynthos

- Carrossel de Sonhos: Atenas, Santorini, Mykonos

E, claro, sem esquecer da seção Grécia do Viaje na Viagem e do especializadíssimo Guia Grécia, do gentil Décio, que deu dicas importantíssimas para esta viagem.

Costa Rica: Páginas Amarelas

Coloco aqui algumas informações práticas da nossa viagem à Costa Rica, em julho de 2006, para quem estiver pensando em visitar o país:

Época – Como em qualquer país tropical, existem duas estações: a seca e a úmida, sendo que esta última vai de abril até aproximadamente setembro. As vantagens de se viajar nesta época: é baixa estação, então os preços vão estar mais amigáveis e os lugares não muito lotados, fora que as chuvas vão deixar tudo mais verde e bonito. Por outro lado, as estradas ficam piores nesta época, além…da própria chuva em si, que pode atrapalhar ou impedir alguns passeios.

De qualquer maneira, existem períodos específicos para quem quer surfar no Pacífico, surfar no Caribe, pescar, observar o quetzal, ver a desova de tartarugas de couro…

Transporte aéreo – A partir de São Paulo, a Taca e a Copa voam até o aeroporto Juan Santamaría: a primeira fazendo escala em Lima e a segunda na Cidade do Panamá. Os preços das duas companhias é parecido: na época paguei em torno de US$ 800, mas com a alta dos preços das passagens, as pesquisas trazem agora tarifas em torno de US$ 1.000. Nós voamos com a Taca porque a companhia era parceira da TAM e a milhagem ia para o programa de fidelidade, mas hoje já não existe essa vantagem.

Transporte terrestre – Para fazer toda essa epopéia costa-riquenha nós alugamos um Grand Vitara com a Mapache. Jipes são recomendados para quem vai se embrenhar pelo país, já que as estradas não têm em geral um estado de conservação muito bom.

Hotéis – Nós ficamos em hotéis de 3 a 4 estrelas, de estilos bem diferentes entre si. Em geral, ficamos muito bem hospedados e a única ressalva é com relação ao Guanamar, em Playa Carrillo. As vistas e áreas comuns eram ótimas, mas o quarto em que ficamos era bem velhinho, com um carpete horrível. Quanto ao restante, nós recomendamos:

- Heredia: La Condesa

- Puerto Viejo de Talamanca: La Costa de Papito

- La Fortuna: Volcano Lodge

- Monteverde: El Establo

Passeios – É tudo muito fácil: os passeios privados têm acesso tranqüilo e estrutura muito bem-feita, os parques nacionais têm postos de informações e mapas, muitas agências de turismo em todo o canto e quiosques de informações. Onde quer que você vá é possível conseguir mapas onde tudo isso está bem marcadinho e descrito, facilitando o trabalho de escolher onde ir e o que fazer.

O único passeio organizado foi o de Tortuguero, que foi comprado com o pessoal da agência Servitur, que também fez a reserva dos hotéis para todo o grupo.

Comer – Além dos restaurantes indicados nos posts, é interessante obter as melhores indicações em guias como o Frommer’s, Lonely Planet, Fodor’s…De qualquer maneira, é difícil comer mal na Costa Rica e a sugestão é de se aventurar pelas sodas e se surpreender com a qualidade da comida caseira.

Guias – Nós levamos o Lonely Planet Costa Rica. Apesar de ter a fama de guia ‘alternativo’, o guia também dá muitas opções ‘Top End’ e tem muitos textos interessantes sobre o país e questões ambientais.

Compras – Não há muito o que se comprar, a não ser as cerâmicas chorotegas, Ron Centenario e souvenirs em geral, como os trabalhos de madeira de Sarchí (em especial miniaturas dos carros de boi). Um conselho: poupe o dinheiro das compras e aproveite para fazer todos os passeios possíveis, inclusive os mais caros, como o canopy. E traga muitas fotos ;-)

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